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POMBALIA-POMBAL GLOBAL
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Tipo
Manuscrito
2331
Impresso
7
Data
1776
2360
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Arquivo Histórico do Tribunal de Contas
1135
Arquivo Nacional da Torre do Tombo
888
Arquivo Histórico Militar
101
The National Archives
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Arquivo Histórico Ultramarino
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Coleção digital
POMBALIA-POMBAL GLOBAL
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2331
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Manuscrito
Abertura do Vigésimo Oitavo Livro da receita e despesa do Tesoureiro Mór do Erário Régio, cujas folhas serão numeradas e rubricadas pelo marquês de Pombal.
Manuscrito
Abertura do Vigésimo Sétimo Livro da receita e despesa do Tesoureiro Mór do Erário Régio, cujas folhas serão numeradas e rubricadas pelo marquês de Pombal.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez o marquês de Pombal, por intermédio de procurador, de um pedaço de baldio na Cruz de Oeiras, a Manuel da Silva e sua mulher. O documento contém o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez o marquês de Pombal, por intermédio de procurador, de uma courela de vinha no Arneiro, a Filipe José de Azambuja Proença e Silva. O documento contém o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez o marquês de Pombal, por intermédio de procurador, de uma terra junto à Quinta de S. Gonçalo, ao bacharel José António dos Santos Franco. O documento contém o traslado da procuração.
Manuscrito
Alvará ampliando a lei de 20.06.1774 no que respeita aos credores das letras de câmbio e de risco.
Manuscrito
Alvará assinado pelo rei aumentando o fundo da Companhia das Reais Pescarias do Algarve até oitenta contos de reis.
Manuscrito
Alvará com força de lei obviando os descaminhos com que alguns lavradores e habitantes das três províncias do norte fazem introduzir os vinhos de ramo na cidade do Porto, de Aveiro e outras terras, com o simulado pretexto de que os conduzem para delas passarem aos lugares que lhes são permitidos, transportando-os depois, por terceiras pessoas, para fora do reino.
Manuscrito
Alvará com força de lei proibindo os lavradores das três províncias do norte de introduzirem vinhos de ramo nas cidades do Porto e de Aveiro.
Manuscrito
Alvará criando o lugar de juiz de fora, do cível, crime e órfãos na vila de Mesão Frio e concelhos de Barqueiros e Teixeira da Comarca de Lamego.
Manuscrito
Alvará criando o lugar de juiz de fora, do cível, crime e órfãos nas vilas de Sabugal e de Touro, na comarca de Castelo Branco.
Manuscrito
Alvará criando o lugar de juiz de fora, do cível, crime e órfãos nas vilas de Sortelha e de Belmonte, na Comarca de Castelo Branco.
Manuscrito
Alvará de abolição da isenção da Vila de Arouca respeitante a não entrarem os corregedores no Concelho a fazer correição.
Manuscrito
Alvará de ampliação do Alvará do subsídio da Décima militar.
Manuscrito
Alvará de ampliação que estabelece as penas contra os que entrarem nas quintas para fazer vinhas sem o consentimento dos donos.
Manuscrito
Alvará de criação do cargo de Juiz de Fora , do Cível, do Crime e dos Órfãos na Vila de Mesão Frio e seu termo.
Manuscrito
Alvará de criação do cargo de Juiz de Fora , do Cível, do Crime e dos Órfãos nas Vilas de Sabugal e Touro e seu termo.
Manuscrito
Alvará de criação do cargo de Juiz de Fora , do Cível, do Crime e dos Órfãos nas Vilas de Sortelha e Belmonte e seu termo.
Impresso
Alvará de D. José I proibindo a caça em propriedades particulares sem licença do proprietário, assim como a sua prática por parte de plebeus no termo de Lisboa e na província da Estremadura.
Manuscrito
Alvará e condições, assinadas por Pombal, com que o rei faculta a Manuel José e outros o estabelecimento de uma ou mais fábricas de folha de Flandres na cidade do Porto ou em qualquer outro sítio à sua escolha nestes reinos.
Alvará em que o rei ordena que os portos da Baía, Pernambuco, Paraíba, entre outros, fossem livres para o comércio dos vinhos da Estremadura e que para os do Alto Douro ficassem os do Rio de Janeiro e os que ficam a sul deste.
Alvará em que para a arrecadação das jugadas e oitavos da vila de Porto de Mós e seu termo, se manda observar o foral que o rei D. Pedo II deu à vila de Ourém.
Alvará em que se amplia a lei de 25.06.1749, somente para efeito de se não quebrarem nas alfândegas as pontas das facas, canivetes, etc, que pela dita lei era mandado.
Alvará em que se anulam os contratos dos empréstimos de dinheiro a juro dados a comunidades do clero regular.
Alvará em que se declaram válidas as sentenças de preceito sobre letras de câmbio e de risco, ampliando-se a este respeito a lei de 20.06.1774, relativa aos credores serem atendidos nas preferências delas.
Alvará em que se extingue o almoxarifado dos Fornos de Vale de Zebro, com seus empregados, ficando a sua administração debaixo da direção da Junta dos provimentos das munições de boca das tropas.
Alvará em que se permite que o fundo capital da Companhia Geral das Pescarias do Algarve se pudesse acrescentar até a quantia de 80 contos de reis.
Alvará em que se proíbe a venda de munições e se estabelece a favor dos donos de quintas, vinhas, etc, poderem prender tudo o que sem licença sua ou do seu proposto entrar nelas, e que logo com os vizinhos que presenciaram a invasão seja levado aos magistrado para proceder no que o mesmo declara.
Manuscrito
Alvará estendendo o privilégio concedido pelo Alvará de 22.08.1766 à fábrica de folhetos para a cravação de diamantes e outras pedras preciosas, aos filhos de Augusto Ludovino Thymme, seu proprietário.
Manuscrito
Alvará impondo penas aos que entrarem sem licença nas fazendas alheias, com pretexto de caçar, especificando a qualidade de pessoas que poderão empregar-se no exercício da caça.
Manuscrito
Alvará no qual o rei cria o lugar de juiz de fora, cível, crime e órfãos m Sortelha.
Manuscrito
Alvará no qual o rei cria o lugar de juiz de fora, cível, crime e órfãos no Sabugal.
Manuscrito
Alvará no qual o rei cria o lugar de juiz de Fora,cível, crime e órfãos em Mesão Frio.
Manuscrito
Alvará ordenando que os portos da Baía, Pernambuco, Paraíba e todos os outros de África e Ásia fiquem livres para o comércio dos vinhos, aguardentes e vinagres da província da Estremadura e ilhas adjacentes e que o porto do Rio de Janeiro e os que jazem ao sul dele fiquem abertos somente para o comércio exclusivo dos vinhos, aguardentes e vinagres da Junta de Administração da Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro.
Alvará para se obviarem os descaminhos dos vinhos de ramo na cidade do Porto, Aveiro e outras terras.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei amplia as ordenações filipinas no que toca às penas que incorrem quem entra nas quintas sem ordem dos donos ou feitores.
Impresso
Alvará pelo qual o rei amplia as providências relativas à hipoteca de bens do morgado e sobre os empréstimos dos fundos pecuniários da casa pia da misericórdia.
Alvará pelo qual o rei cria um Juiz de Fora, do Cível, Crime e Órfãos das vilas de Sabugal e Touro, comarca de Castelo Branco.
Alvará pelo qual o rei cria um Juiz de Fora, do Cível, Crime e Órfãos das vilas de Sortelha e Belmonte, comarca de Castelo Branco.
Alvará pelo qual o rei cria um Juiz de Fora, do Cível, Crime e Órfãos para o concelho de Alvarenga e vila de Arouca, onde o Corregedor de Lamego podia entrar de correição.
Alvará pelo qual o rei criou a vila de Mesão Frio e concelhos de Barqueiros e Teixeira, comarca de Lamego, um Juiz de Fora e do Cível, Crime e Órfãos.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei declara nulos os contratos contraídos sob a hipoteca de bens de morgados assim como os contratos com as comunidades o clero regular.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei ordena que os credores das letras de câmbio e de risco sejam atendidos da mesma forma que os restantes credores.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei ordena que, na questão entre os almoxarifes e rendeiros da Vila de Porto de Mós, se observe o foral outogado por D. Pedro II à vila de Ourém.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei, ampliando as providências que tem dado sobre os penhores contraídos debaixo da hipoteca de bens de morgado e sobre os empréstimos dos fundos pecuniários da Casa Pia da Misericórdia, manda que todos os contratos e empréstimos celebrados com as comunidades do clero regular sejam nulos e sem nenhum efeito se para eles não preceder a autoridade régia.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei, obviando as controvérsias existentes entre os almoxarifes, rendeiros e moradores da vila de Porto de Mós sobre o pagamento das jugadas e oitavos, manda observar-se interinamente o foral dado a Ourém em 1695 e remeter aos moradores os oitavos decursos.
Manuscrito
Alvará por que o rei D. José é servido criar na vila de Mesão Frio e concelhos de Barqueiros e Teixeira, da Câmara de Lamego, um juiz de fora do cível, crime e órfãos.
Manuscrito
Alvará por que o rei D. José é servido criar um juiz de fora do cível, crime e órfãos nas vilas da Sortelha e de Belmonte, na comarca de Castelo Branco.
Manuscrito
Alvará por que o rei D. José é servido criar um juiz de fora do cível, crime e órfãos, para administrar a justiça na vila do Sabugal e de Touro, na comarca de Castelo Branco.
Manuscrito
Alvará por que o rei D. José é servido obviar aos descaminhos que alguns lavradores e habitantes das três províncias do Norte fazem, introduzindo os vinhos de ramo nas cidades do Porto, Aveiro e outras terras.
Manuscrito
Alvará por que o rei D. José foi servido, ampliando a lei de 20.06.1774, ordenar que os credores das letras de câmbio e de risco sejam igualmente atendidos para as conferências com todos os outros credores.
Impresso
Alvará por que vossa majestade, em benefício comum dos donos e possuidores de quintas, fazendas, vinhas e terras, é servido declarar e ampliar a ordenação do livro quinto, titulo oitenta, parágrafo quinze: e a lei de vinte e três de Fevereiro de mil seiscentos e vinte e quatro, contra os que vendem munição ou a vazam ou fazem formas para ela; estabelecendo as penas em que devem incorrer as pessoas que entrarem nas sobreditas quintas, fazendas, vinhas e terras, sem expressa licença de seus donos, feitores, caseiros, guardas e abogãos; e declarando as pessoas que se podem divertir no exercício da caça
Manuscrito
Alvará prorrogando o termo de outros vinte anos à Companhia Geral de Agricultura das Vinhas do Alto Douro, concedendo-lhe além dos privilégios de que já goza, os que foram concedidos às Companhias de Grão Pará e Maranhão e de Pernambuco e Paraíba.
Manuscrito
Alvará régio pelo qual se declara e amplia a lei de 20 de junho de 1774 sobre os credores das letras de câmbio
Manuscrito
Alvará sobre a arrecadação do novo foral da vila de Porto de Mós, atalhando às desordens na arrecadação dos impostos.
Manuscrito
Alvará, assinado pelo rei e por Pombal, aprovando e confirmando os estatutos da mesa da fazenda da congregação de São Jerónimo.
Manuscrito
Alvará, assinado pelo rei e por Pombal, concedendo faculdade a Pedro Leonardo Mergoux e Teotónio Pedro Heitor para erigirem uma fábrica de tapeçarias em Tavira ou noutro local do Algarve. Contém as condições assinadas por Pombal.
Manuscrito
Alvará, assinado pelo rei e por Pombal, concedendo o privilégio exclusivo por tempo de 10 anos a José Fernandes Chaves para que pudesse estabelecer à sua custa uma fábrica de botões em Golpilhares ou noutro local da província. Contém tarifa assinada por Pombal.
Manuscrito
Alvará, assinado pelo rei e por Pombal, concedendo privilégio exclusivo a José Anselmo de Aguiar, para que possa fabricar e vender louça de fogo delgada por tempo de cinco anos. Compreende tarifa assinada por Pombal.
Manuscrito
Alvará, assinado pelo rei e por Pombal, de licença de casamento do filho de D. José de Meneses da Silveira e Castro.
Manuscrito
Alvará, dado pelo rei D. José, em benefício dos possuidores de quintas, fazendas, vinhas e terras, sobre os caçadores que sem licença de seus donos entram nelas, e das penas que se estabelece.
Manuscrito
Alvará, dado pelo rei D. José, sobre as jugadas e oitavos da vila de Porto de Mós.
Manuscrito
Alvará, dado pelo rei D. José, sobre os empréstimos dos direitos celebrados com as comunidades do clero regular, para que sejam nulas e de nenhum efeito, na forma que se declara.
Manuscrito
Alvará, dado pelo rei D. José, sobre os empréstimos dos direitos celebrados com as comunidades do clero regular, para que sejam nulas e de nenhum efeito, na forma que se declara.
Manuscrito
Amortização e compra que fez o marquês de Pombal, por intermédio de procurador, a Manuel Bernardo Ferreira de Andrade Pinto e de sua mulher, de vários foros na vila de Oeiras. O documento contém o traslado da procuração.
Manuscrito
Analysis of the negotiations and disputes between the the Courts of Lisbon and Madrid since the death of King Ferdinand VI in August 1759 to the end of the year 1775.
Manuscrito
Arrendamento por tempo de nove anos, de umas terras, que fez o marquês de Pombal, representado por procurador, a Manuel Francisco, do lugar da Tojeira, Sintra, pela renda anual de um moio de trigo. Tem junto o traslado do Alvará de procuração.
Manuscrito
Arrendamento por três anos que fez o conde de Oeiras, por intermédio de procurador, da Quinta do Anjo situada na Ribeira da Lage, a Tomás Inácio. O documento contém o traslado da procuração.
Manuscrito
Arrendamento que fez o marquês de Pombal, representado por procurador, a Arnaldo Henrique Dohrman, de um quarto da grande propriedade nobre de casas que o primeiro mandara edificar no Largo do Carmo, por tempo de três anos, pela renda anual de 600 mil réis. Tem junto o traslado da procuração.
Manuscrito
Assinatura do marquês de Pombal acompanhando o alvará de 29.11.1776, pelo qual o monarca encarregara a rainha do governo do reino.
Manuscrito
Avará sobre as hipotecas dos bens dos morgados e dos empréstimos dos fundos pecuniários da Casa Pia da Misericórdia.
Manuscrito
Aviso (original) do Marquês de Pombal para João Pereira Ramos de Azeredo Coutinho ordenando que este não impedisse a consulta de documentos na Torre do Tombo ao bispo de Beja.
Manuscrito
Aviso (original) do Marquês de Pombal para João Pereira Ramos de Azevedo Coutinho mandando guardar na Torre do Tombo dois testamentos ordenados pelos instituidores do colégio da madre de Deus de Évora.
Manuscrito
Aviso (original) do Marquês de Pombal para João Pereira Ramos de Azevedo Coutinho remetendo sentença de execução da bula que concedeu o subsídio para a construção, reedificação e ornato das igrejas seculares de Lisboa, para se guardar na Torre do Tombo.
Manuscrito
Aviso a D. José Francisco da Costa e Sousa, Governador e Capitão General do Reino do Algarve, pelo qual o rei ordena que envie circulares a todos os comandantes das Fortalezas do Algarve para remeterem relações exactas de tudo o que têm em seu poder e das entradas e saídas de materiais.
Manuscrito
Aviso aasiando pelo marquês de Pombal a Fernando de Larre Garcez Lobo Palha de Almeida, mandando entregar a bordo dez barris pertencentes à Companhia Geral do Pará.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia da Apelação e suas anexas, termo da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia ddo Salvador e suas anexas, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Benfica e suas anexas, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima das Freguesias.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Bucelas e suas anexas, termo da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima das Freguesias.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora da Ajuda, termo da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora da Encarnação, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora da Pena, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora das Mercês, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora do Socorro, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora dos Anjos, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Nossa Senhora dos Mártires, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Odivelas e suas anexas, termo da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Catarina, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Cruz do Castelo e suas anexas, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Engrácia, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Isabel, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Justa, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Maria de Loures e suas anexas, termo da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Maria Madalena, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santa Maria Maior e suas anexas, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santíssimo Sacramento, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santo Estévão, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.
Manuscrito
Aviso ao Superintendente da Décima da Freguesia de Santos, da cidade de Lisboa, indicando os prazos de entrega no Erário Régio de toda a importância de lançamento anual da Décima da Freguesia.