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POMBALIA-POMBAL GLOBAL
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Tipo
Manuscrito
Data
1757
1248
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Arquivo Nacional da Torre do Tombo
1063
Arquivo da Universidade de Coimbra
31
Arquivo Museu do Douro
21
Arquivo Histórico do Patriarcado de Lisboa
20
Arquivo Histórico Militar
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Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, por seu procurador, a Diogo Luís Otone, mestre vidraceiro, de parte de uma terra ao diante de S. João dos Bem Casados, sita onde chamavam Campolide, pelo foro anual de 12 800 réis e quatro galinhas.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, por seu procurador, a João Rodrigues Pinheiro, que vivia de sua agência e negócio, de parte de uma terra ao diante de S. João dos Bem Casados, sita onde chamavam os Sete Moinhos, pelo foro anual de 4 800 réis e uma galinha. Tem junto o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, por seu procurador, a José Martins, oficial de alfaiate, de parte de uma terra ao diante de S. João dos Bem Casados, sita onde chamavam os Sete Moinhos, pelo foro anual de 8 mil réis e duas galinhas.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, por seu procurador, a Manuel da Costa, oficial de pedreiro, de uma terra triangular ao diante do Arco do Carvalhão, chamado o Casal dos Pousos, pelo foro anual de 9 600 réis e quatro galinhas. Tem junto o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, por seu procurador, a Marcos António, oficial de canteiro, de parte de uma terra ao diante de S. João de Bem Casados, sita onde chamavam os Sete Moinhos, pelo foro anual de 4 mil réis e uma galinha. Tem junto o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, representado por seu procurador, a José de Melo, oficial de pedreiro, de parte de uma terra ao diante de S. João de Bem Casados, sita onde chamavam os Sete Moinhos, pelo foro anual de 8 mil réis e duas galinhas. Tem junto o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento em três vidas que fez Sebastião José de Carvalho e Melo, representado por seu procurador, a Luís Duarte, carreiro, de parte de uma terra ao diante de S. João de Bem Casados, sita onde chamavam os Sete Moinhos, pelo foro anual de 8 mil réis e duas galinhas. Tem junto o traslado da procuração.
Manuscrito
Aforamento enfitêutico feito por Constantino Duarte a Sebastião José de Carvalho e Melo, por intermédio de procurador, de um pedaço de chão situado ao pé da cruz de Oeiras. O documento contém o traslado da procuração.
Manuscrito
Alvará com força de lei assinado pelo rei e por Carvalho e Melo, ampliando os parágrafos quinto, sexto e sétimo do Capítulo décimo sétimo aos estatutos da Junta do Comércio para se evitarem contrabandos.
Manuscrito
Alvará com força de lei de D. José I proibindo o empréstimo de dinheiro a juro superior a cinco por cento ao ano, exceto o que destine ao comércio oriental.
Manuscrito
Alvará com força de lei de D. José I proibindo que os estrangeiros vagabundos e desconhecidos vendam comestíveis, bebidas, quinquilharias e outros bens pelas ruas, em casas e em lojas.
Manuscrito
Alvará com força de lei de D. José I proibindo que os estrangeiros vagabundos e desconhecidos vendam comestíveis, bebidas, quinquilharias e outros bens pelas ruas, em casas e em lojas.
Manuscrito
Alvará com força de lei em que D. José I reformula algumas determinações contidas nos Estatutos da Junta do Comércio, para se conseguir um melhor combate ao contrabando.
Manuscrito
Alvará com força de lei em que D. José I reformula algumas determinações contidas nos Estatutos da Junta do Comércio, para se conseguir um melhor combate ao contrabando.
Manuscrito
Alvará com força de lei pelo qual D. José I é servido ordenar que aos estrangeiros vagabundos e desconhecidos se não deem licenças para vender pelas ruas.
Manuscrito
Alvará com força de lei pelo qual o rei é servido ordenar que aos estrangeiros, vagabundos e desconhecidos se não dêem licenças para vender pelas ruas.
Manuscrito
Alvará com força de lei por que o rei é servido ampliar os parágrafos quinto, sexto e sétimo do capítulo décimo dos Estatutos da Junta do Comércio, para mais eficazmente se evitarem os contrabandos e outros abusos das Alfândegas. Uma cópia deste alvará foi enviada em carta circular pelo Corregedor de Setúbal a todos os magistrados da vila e terras da Comarca.
Manuscrito
Alvará com força de lei porque Vossa Majestade é servido ampliar os parágrafos quinto, sexto e setimo do capítulo décimo sétimo dos Estatutos da Junta do Comércio
Manuscrito
Alvará com força de lei porque Vossa Majestade é servido que aos estrangeiros, vagabundos e desconhecidos se não deem licenças para vender
Manuscrito
Alvará de D. José I a determinar que todos os ministros e oficiais de justiça, fazenda ou guerra possam negociar por meio da Companhia Geral do Grão Pará e Maranhão.
Manuscrito
Alvará de D. José I a mandar que se possam dar livremente a juro de cinco por cento todas as quantias em que as partes se ajustarem.
Manuscrito
Alvará de D. José I mandando anular todos e quaisquer arrendamentos superiores a dez anos feitos com o objetivo de expulsar os locatários anteriores.
Manuscrito
Alvará de D. José I para que se não dêem licenças aos estrangeiros vagabundos e desconhecidos para vender pelas ruas, casas, lojas, tendas, nenhuma sorte de comestíveis ou de bebidas, quinquilharias ou fazendas.
Manuscrito
Alvará de D. José I pelo qual se anulam todos os arrendamentos feitos de dez e mais anos.
Manuscrito
Alvará de D. José I pelo qual se determina que os administradores de morgados, capelas possam entrar na Companhia Geral do Grão Pará e Maranhão com os dinheiros pertencentes aos vínculos.
Manuscrito
Alvará de lei de D. José I anulando os arrendamentos iguais ou superiores a dez anos, feitos com o objetivo de expulsar os anteriores locatários.
Manuscrito
Alvará de lei sobre empréstimos.
Manuscrito
Alvará de procuração passado e assinado por Carvalho e Melo, a Diogo Martins Lima para que este possa celebrar a escritura de aforamento dos sobejos das águas da fonte de um terreno na vila de Soure pertencente à comenda mestral da Ordem de Cristo.
Manuscrito
Alvará pelo qual D. José I é servido ampliar os parágrafos quarto, sexto e sétimo do capítulo décimo sétimo dos estatutos da Junta do Comércio.
Manuscrito
Alvará pelo qual D. José I há por bem anular todos e quaisquer arrendamentos de dez e de mais anos que estiverem feitos ou se houverem para adquirir.
Manuscrito
Alvará pelo qual D. José I há por bem anular todos e quaisquer arrendamentos de dez e de mais anos.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei é servido ampliar os parágrafos quarto, sexto e sétimo do Capítulo décimo setimo dos Estatutos da Junta do Comércio.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei fez mercê a D. João do título de Duque de Abrantes.
Manuscrito
Alvará pelo qual o rei há por bem anular todos e quaisquer arrendamentos de dez ou mais anos.
Manuscrito
Alvará por que vossa majestade há por bem anular todos e quaisquer arrendamentos de dez e de mais anos que estiverem feitos, ou se houverem de fazer
Manuscrito
"Alvará por que vossa majestade, pelos motivos nele expressos, há por bem fazer mercê ao senhor dom João dos títulos de duque e duquesa de Abrantes": em consideração "aos merecimentos, amor e zelo" com que D. João, "meu muito amado e presado primo, filho do infante D. Francisco" serve o rei, o rei faz mercê do título de duque de Abrantes para o filho ou filha que nascer do matrimónio daquele [que se celebrou na presente data e na presença do rei] com D. Maria Margarida de Lorena", a quem o mesmo senhor faz mercê do título de duquesa de Abrantes.
Manuscrito
Alvará porque Sua Majestade há por bem anular todos e quaisquer arrendamentos de dez e de mais anos que estivessem feitos ou se houverem de fazer
Manuscrito
alvará régio assinado pelo rei e Carvalho e Melo concedendo os títulos de duque e duquesa de Abrantes a D. João.
Manuscrito
Alvará régio em que se nomeiam procuradores que intervenham nas escrituras do contrato matrimonial entre D. João e a Marqueza de Abrantes, D. Maria Margarida de Lorena. Assinado entre outros, por Carvalho e Melo.
Manuscrito
alvará régio, assinado por Carvalho e Melo, concedendo licença e aprovação ao casamento de Caetano Francisco Cabral com D. Ana Xavier de Melo.
Manuscrito
Alvará régio, assinado por Carvalho e Melo, concedendo licença e aprovação ao casamento do conde de São Lourenço, António Maria Cesar de Melo e Silva com D. Joaquina José de Meneses.
Manuscrito
alvará régio, assinado por Carvalho e Melo, concedendo licença e aprovação ao casamento do marquês do Louriçal com D. Josefa de Noronha.
Manuscrito
alvará régio, assinado por Carvalho e Melo, fazendo mercê do título de duque e duqueza de Abrantes a D. João.
Manuscrito
Alvará, assinado pelo rei e por Carvalho e Melo, com força de lei pelo qual o rei foi servido declarar o paragráfo 5º do capítulo terceiro da lei dos depósitos a respeito dos comestíveis.
Manuscrito
Alvará, assinado por Carvalho e Melo, a confirmar os estatutos da Real Fábrica das Sedas estabelecida no subúrbio do Rato.
Manuscrito
Alvará, assinado por Carvalho e Melo, a declarar que nas matérias pertencentes à contribuição dos quatro por cento se devem entender inibidos os juízes das Alfândegas das províncias, para impedir a execução das ordens respectivas à cobrança da dita contribuição, e que somente possam dar conta na Junta do Comércio destes Reinos e seus domínios como privativa neste caso.
Manuscrito
Arrendamento que fez Sebastião José de Carvalho e Melo a David Purry e Companhia, das suas casas grandes sitas na Rua Formosa, em Lisboa, por tempo de três anos, pelo preço anual de 5 mil cruzados, tendo recebido no mesmo ato o valor da renda dos três anos.
Manuscrito
Atestação de Carvalho e Melo sobre a jubilação e regresso à pátria de Constantino Giannoni, músico soprano da igreja patriarcal e capela real.
Manuscrito
Aviso (original) de Carvalho e Melo para Manuel da Maia mandando fazer consertos na casa destinada para o exercício da academia militar.
Manuscrito
Aviso (original) de Carvalho e Melo para Manuel da Maia, solicitando cópia dos privilégios concedidos aos pescadores.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo [destinatário?] para que D. Catarina Xavier Rosa, casada com Luís da Fonseca Ribeiro, seja feita reclusa no recolhimento que achar que pode ficar mais segura.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo a mandar que este remeta ao contratador caixas de diamantes.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo a ordenar que todos os governadores de armas, cabos e mais oficiais de guerra, ministros e oficiais da justiça e fazenda, que não colocassem impedimento a Custódio de Araújo, intendente nomeado pela Junta do Comércio destes reinos e seus domínios, para a condução de materiais necessários para a construção da nova alfândega da cidade de Lisboa.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo ao visitador da Terceira Ordem da Penitência, para que se não admitam fazendas de contrabando nem refugiem contrabandistas nos conventos e casas religiosas.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo ao visitador dos Religiosos da Terceira Ordem da Penitência, para que se não admitam fazendas de contrabando nem refugiem contrabandistas nos conventos e casas religiosas.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo com informação de que soldados da guarda real do conde de Vilar Maior pediram ajudas de custo.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo comunicando ao conde de Soure a autorização concedida ao almoxarife do paço de Salvaterra para cortar a lenha necessária ao consumo das cozinhas reais enquanto D. José I ali se encontrar.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo convocando D. Rodrigo António de Noronha e Meneses para sua casa a fim de tratar de um negócio do real serviço.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo dando ao marquês estribeiro-mor instruções para a resolução dos assuntos relativos à continuação da construção dos novos armazéns da marinha, situados entre o chafariz de el-rei e a porta da fábrica do estanco do tabaco, para arrecadação das mercadorias vindas na frota de Pernambuco.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo em informação do conde almirante capitão da guarda real relativo a pedidos de ajudas de custo dos soldados da sua companhia, nomeadamente António Pereira e Francisco Coelho.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo em que dá informação de que os soldados da companhia de D. Manuel de Sousa, capitão da guarda real, pedem ajudas de custo.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo em que informa D. Manuel de Sousa do pedido de ajudas de custo de alguns soldados da sua companhia de guarda real.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo em que informa D. Manuel de Sousa do pedido de ajudas de custo de alguns soldados da sua companhia de guarda real.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo enviando ao conde de Coculim instruções para se evitar o contrabando praticado pelos criminosos militares.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informa D. Manuel de Sousa, capitão da guarda real, o pedido de ajudas de custos dos soldados da sua companhia.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando as autoridades da alfândega de Lisboa que a Junta do Comércio poderá mandar cobrar as contribuições que lhe foram atribuídas pelos respetivos estatutos (capítulo V).
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o bispo do Porto que D. José I permitiu a união da igreja de Santo Isidoro de Romariz ao convento dos agostinhos do Porto, com obrigação de haver uma cadeira pública de moral.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o monteiro-mor do reino que o rei autorizou a compra de madeiras nos pinhais de Alcácer do Sal para as obras do arsenal real.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o monteiro-mor do reino que o rei autorizou o conde de Kevenhule, ministro plenipoteciário do sacro imperador romano-germânico, a caçar em Sintra com espingarda.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o monteiro-mor do reino que o rei autorizou o corte de madeiras em Sintra para as obras da fábrica real da pólvora de Barcarena.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o monteiro-mor do reino que o rei concordou com o parecer do mesmo a respeito do pedido feito pela abadessa e religiosas do mosteiro de Santa Apolónia, em Lisboa.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o monteiro-mor do reino que o rei concordou com o parecer do mesmo a respeito do pedido feito por D. Rodrigo de Noronha Henriques do Campo.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando o monteiro-mor do reino que o rei designou Francisco de Melo para lhe servir de monteiro-mor na jornada de Salvaterra de Magos.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo informando que o rei ordenou que a Junta do Comércio transporte as fazendas que estão nos armazéns da Junqueira e de Belém para a alfândega interina.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo o juíz de fora de Setúbal para que este mande, entre os dias 6 e 15 de janeiro, seis caixas de peixe ao sítio de Pancas.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para a abadessa do convento do santíssimo sacramento do Louriçal sobre o ingresso de religiosas para esse convento.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para a companhia geral do Grão-Pará e Maranhão para que entreguem ao provedor dos armazéns as fazendas e géneros destinadas à fábrica da Ribeira das Naus.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para Agostinho de Novas Campos para remeter a carta régia em que o manda executar na província do Alentejo as ordens nela contidas.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para Aleixo de Miranda Henriques a propósito da notícia da prisão de Leonel Felix de Magalhães.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para António Cláudio Correia de Fonseca para remeter a petição de D. Antónia Joaquina Lobato.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para António Cláudio Correia de Fonseca, corregedor do cível de Lisboa, para remeter a petição de D. Antónia Joaquina Lobato.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para António dos Santos Pinto para que este entregue ao portador deste aviso duzentas moedas de ouro ou novecentos e sessenta mil réis.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para António Luís de Madureira Prado Lobo para que este envie auxílio ao transporte do frei Luís Pantoja e frei Francisco da Graça, do cárcere de Moura à ordem dos religiosos carmelitas, no convento da praça de Moura.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para António Sanches Pereira sobre a petição de Lourenço de Campos Penalvo, presente na junta da sereníssima casa de Bragança.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para António Soares Brandão para que este mande colocar água de Inglaterra a bordo da nau de guerra da frota do Maranhão.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da afândega de Lisboa mandarem entregar em S. Bento de Xabregas 12 pipas de vinho do Porto.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa cumprirem o capítulo 19 dos estatutos da Junta do Comércio.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa deixarem embarcar até 150 barris de vinho verde que a Companhia Geral do Grão Pará e Maranhão mandou vir de Viana.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem desembargar 97 pipas de vinho à Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar a António Trigoso, criado particular do rei, uma caixinha que veio de Amesterdão.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar a dois músicos a roupa que chegou de Génova.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao cardeal Saldanha seis cestos de vinho que veio de França.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao conde barão de Oriola seis leitos de campanha.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao conde de Vilar Maior o que consta de certo documento.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao marquês de Minas sete barricas de vinho.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao marquês de Penalva o que consta de certo documento.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao marquês de Valença três dúzias de cadeiras e outros móveis.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao ministro do Sacro Império Romano Germânico o que consta de certo documento.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao ministro plenipotenciário do Sacro Império Romano Germânico o que consta de certo documento.
Manuscrito
Aviso de Carvalho e Melo para as autoridades da alfândega de Lisboa mandarem entregar ao núncio papal duas caixas de vinho de Livorno.