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POMBALIA-POMBAL GLOBAL
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Manuscrito
110
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1
Data
1776
48
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POMBALIA-POMBAL GLOBAL
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Manuscrito
110
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Data
1776
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Manuscrito
Abstrat of count d'Oeiras's answer to Mr. Lyttleton's representation of grievances.
Manuscrito
Analysis of the negotiations and disputes between the the Courts of Lisbon and Madrid since the death of King Ferdinand VI in August 1759 to the end of the year 1775.
Manuscrito
Carta de Carvalho e Melo a Abraham Castres, enviado inglês a Portugal, indicando a rejeição da reivindicação de Marut Marcar, alegando que este era um arménio súbdito de Mogul e não cidadão britânico.
Manuscrito
Carta de Carvalho e Melo a Abraham Castres, enviado inglês a Portugal, informano sobre o luto oficial pela falecida rainha mãe.
Carta de Carvalho e Melo a Abraham Castres, transmitindo uma ordem sobre os navios que estivessem carregados com milho.
Manuscrito
Carta de Carvalho e Melo a H. Fox, agradecendo a carta de 01.12.1756 e a ajuda britânica, na sequência do terramoto.
Manuscrito
Carta de Pombal a Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, respondendo à exigência espanhola de restituição dos navios Aurora e Principe San Lorenzo.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a Aires de Sá e Melo, relatando a tentativa de assassinato do rei em Vila Viçosa, a 3 de dezembro.
Carta do conde de Oeiras a Edward Hay sobre o perigo de um ataque franco-espanhol no Rio de Janeiro.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a Edward Hay, enviado inglês em Portugal, agradecendo por ter escrito ao almirante Saunders, tal como desejado; remetendo uma lista do exército português; comentando a situação crítica presente e a necessidade urgente de tendas e armas de Inglaterra.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a Edward Hay, enviado inglês em Portugal, autorizando o almirante Saunders a atacar as frotas franco-espanholas, mesmo se no porto de Lisboa, caso elas chegassem tão longe.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a Edward Hay, enviado inglês em Portugal, remetendo cópias de notícias de guerra das províncias de Trás-os-Montes, Minho e Beira; e referindo movimentações navais francesas.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a José Correia de Sá, governador da Madeira, informando que o rei D. José dera autorização aos mercadores britânicos locais para um cemitério em terra, nos mesmos termos que os de Lisboa.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, explicando as dificuldades de abastecimento e aquartelamento das tropas britânicas, e sugerindo soluções.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, informando que o rei daria uma audiência a este no dia 26, às 10 horas.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, remetendo uma minuta da solução sugerida para os problemas de abastecimento e transporte das forças britânicas e comentando a mesma.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, respondendo à sua de dia 16, que por ser em inglês não compreendeu, pelo que teve que providenciar a tradução, e afirmando que fez e tem estado a fazer tudo para atender aos pedidos de Loudoun.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, respondendo à sua pró-memória de dia 24 sobre o abastecimento de pão, lenha, palha, cevada e aveia, cavalos e mulas; e informando que esperava que tais dificuldades pudessem ser resolvidas se Loudon reconhecesse os argumentos a favor do ponto de vista português que aqui eram apresentados.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, respondendo à sua segunda carta, repetindo que fez e tem estado a fazer tudo o que pode, conforme explica em detalhe.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a lord Loudoun, salientando que a solução dos problemas de abastecimento deveriam ser encontradas nos modos sugeridos pelo governo português.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, afirmando que o rei D. José agradecia as felicitações do rei George por ter conseguido escapar.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, agradecendo a carta deste e comunicando o seu contentamento por os dois reis estarem de acordo tão cordialmente; e sugerindo uma reunião no dia 25, às 17h.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, enviando a cópia de uma carta remetida a Aires de Sá, ministro português em Madrid, e afirmando que o autor do último incidente suspeito era obviamente louco e o caso podia ser desconsiderado.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, indicando que para o dissuadir remetia cópia de uma ordem enviada, no mesmo dia, ao arcebispo de Évora.
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, informando que M. de Melo apenas tinha ido de licença durante dois meses, a seu próprio pedido, e que, no caso de lhe ser atribuído outro posto em Lisboa, Lyttleton seria imediatamente avisado.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, informando que o rei dera ordens para que o magistrado do Porto fosse reprimido e a criada de George Wye imediatamente libertada, e indicando que esta decisão fora tomada, em grande parte, por consideração pessoal por Lyttleton.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, informando que o rei ordenara a libertação de Lindsay, tendo em conta a sua juventude; mas afirmando que a prisão deste fora inteiramente justificada pelo seu comportamento escandaloso.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras a W. H. Lyttleton, solicitando que a próxima reunião dos dois fosse adiada para dia 7 de julho, devido à pressão dos trabalhos.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras ao arcebispo de Évora, informando estar prestes a descobrir, processar e prender os criminosos que inventaram e espalharam relatórios falsos sobre uma nova lei sumptuária.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras ao conde Lippe, explicando os planos para o abastecimento, provisão e transporte das tropas britânicas em Portugal, e quais os aspetos que seriam cobrados à coroa portuguesa e à coroa britânica, esperando que Lippe emitisse as ordens necessárias em conformidade.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras ao rei D. José, informando que embora o magistrado do Porto tivesse o direito de prender a criada de George Wye, que era prostituta e já tinha sido condenada como tal, não tinha o direito de o fazer em casa de Wye sem a autorização do juiz-conservador dos ingleses, pelo que deveria ser imediatamente libertada e o magistrado do Porto instruído, no sentido de evitar disputas triviais como esta no futuro.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras ao tenente-general Towmshend, secretário de Estado inglês, respondendo ao seu memorial de 10.07.1762 sobre o provisionamento e abastecimento das forças britânicas em Portugal.
Manuscrito
Carta do conde de Oeiras enviada possivelmente ao tenente-general Towmshend, secretário de Estado inglês, afirmando que tinha sido informado que nove soldados britânicos tinham morrido por insolação e que as rações e o transporte eram inadequados, e esperava que o destinatário da carta resolvesse esses problemas imediatamente.
Carta do conde de Oeiras para W. H. Lyttleton informando que o iria receber no dia seguinte pelas 10h.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, com a refutação detalhada das alegações espanholas sobre as agressões portuguesas na América do Sul, e a contra-alegação de que os comandantes portugueses lá tinham agido sempre e exclusivamente em defesa.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, refutando detalhadamente os argumentos espanhóis e insistindo em que todas as ações portuguesas tinham sido tomadas unicamente em legítima defesa.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, embaixador de Portugal em Madrid, com a cópia de um despacho deste para o marquês de Grimaldi, datado de 10.12.1775; e ordenando a pausa dos confrontos na América do Sul.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, informando que recebeu as últimas notícias do Rio de Janeiro sobre os confrontos na América do Sul, enviando junto um "Extract" do mesmo, e renovando as garantias de que o marquês de Lavradio deu e recebeu ordens para parar o combate e voltar à situação vigente antes, devendo os embaixadores britânico e francês em Madrid serem tranquilizados em conformidade.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, reiterando as suas garantias pacíficas e intenções sobre as hostilidades na América do Sul.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, responsabilizando o início dos combates no sul do Brasil à demora das ordens dadas para impedir que chegassem às linhas da frente, devido às grandes distâncias envolvidas; e afirmando que os embaixadores de França e da Grã-Bretanha em Madrid deveriam ser tranquilizados quanto às intenções pacíficas e justas da coroa de Portugal.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a lord Rochford, declarando, em nome do rei e nos termos mais sinceros, não haver verdade alguma nos relatórios das negociações do tratado secreto com França, e recordando que D. José, em 1762, enfrentara as forças franco-espanholas, em vez de abandonar a aliança inglesa, não tendo havido mudanças nos seus sentimentos pro-britânicos desde então.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, afirmado que as últimas cartas de Walpole, de 11 e 17 de setembro, haviam causado grande alarme e espanto na corte portuguesa; que era inconcebível que os ministros britânicos fossem quem se encarregava de nos propor as pretensões violentas, iníquas e leoninas, feitas de sofismas e imputações claramente contraditórias com as ações conhecidas e públicas do ministro espanhol, usando para tal das palavras do leão ao cordeiro na fábula; e que era irracional supor que a professada amizade espanhola pela Grã-Bretanha pudesse ser sincera, tal como um cristão supor compatibilidade entre o Evangelho e o Alcorão; e que esperava que lord Weymouth se desse conta disto em breve.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, afirmando a necessidade da Marinha Britânica bloquear Brest e Cádis, tendo em conta o apoio francês aos rebeldes na América do Norte e a expedição espanhola que se mobilizava em Cádis para a conquista do Brasil.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, afirmando que Grimaldi estava claramente determinado a uma guerra, pelo que Pinto deveria apressar o retorno do general Simon Fraser a Portugal e recrutar outros oficiais séniores britânicos com metade do salário para prestarem serviço no exército português, onde receberiam o dobro do salário dos oficiais portugueses com a mesma graduação, conforme fora feito na guerra de 1762.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, afirmando ser claro que a corte de Madrid estava decidida a atacar Portugal, pelo que a Grã-Bretanha deveria vir em socorro de Portugal, tanto porque estava obrigada pelo tratado, como por gratidão.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, alegando que o governo de Madrid estava a enganar deliberadamente o governo britânico sobre os seus projetos secretos e sinistros na América do Sul, e recordando a heróica adesão de Portugal à aliança inglesa em 1762, o que dava direito a um apoio inglês mais firme.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, apresentando mais argumentos e mais difusos sobre a agressão espanhola contra os portugueses na América do Sul, e por que Portugal tem direito a apoio naval e diplomático ativo de Inglaterra, e indicando estar convencido de que se o governo britânico adotasse uma postura firme com Espanha, esta recuaria, tal como fizera na disputa das ilhas Malvinas.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, confirmando e dando nota da ampliação dos intentos agressivos de Espanha no Brasil, conforme reportado antes, a 16 de agosto.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, enviado de Portugal no Reino Unido, com a denúncia detalhada das intrigas perversas e dos planos agressivos de Grimaldi, e sugerindo a realização de um congresso internacional em Paris, como a melhor forma de expor esses intentos nefastos.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, enviado de Portugal no Reino Unido, informando sobre a suspensão das armas no sul do Brasil e a necessidade de apoio diplomático inglês.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, enviado de Portugal no Reino Unido, reagindo às primeiras e indiretas notícias recebidas sobre o início das hostilidades na América do Sul, e juntando dois anexos.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, esclarecendo sobre os antecedentes históricos das disputas fronteiriças luso-espanholas na América do Sul, e afirmando que, para evitar uma guerra europeia geral, Portugal estava preparado para sacrificar as suas justas reivindicações sobre o território na margem norte do Rio da Prata, em troca dos inúteis sete assentamentos missionários no leste do Uruguai.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, expondo mais argumentos a indicar que os espanhóis estavam determinados a atacar o Brasil e provavelmente o próprio Portugal, enquanto negociavam ostensivamente com a Grã-Bretanha e a França como potências mediadoras; e afirmando a necessidade urgente de apoio naval e militar inglês a Portugal, para dissuadir Grimaldi, que se considerava excessivamente poderoso e que considerava Portugal abandonado.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, informando haver preparações militares espanholas ameaçadoras na fronteira portuguesa, e alegando a necessidade de assistência britânica imediada, e a forma financeira, militar e naval, que a mesma poderia assumir.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, informando que estava ainda muito indisposto, mas que confirmava a sua carta de 21 de setembro, e estava informado, por fonte segura, de que a grande expedição de Cádis partiria no dia seguinte.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, informando que estava prestes a apresentar, sem perda de tempo, a minuta e memorial anexos a Grimaldi.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, informando ter ficado muito satisfeito por saber que a Grã-Bretanha estava agora a mobilizar as suas forças por terra e mar, uma vez que Portugal tinha todo o direito de contar com a sua ajuda militar e naval; e que Espanha e França estavam a ajudar ativamente os rebeldes ingleses, enquanto Portugal os tinha rejeitado; e sugerindo que a frota britânica bloqueasse Brest e Cádis.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, propondo que Inglaterra e França fossem solicitadas a agir não apenas como mediadoras, mas como árbitros; aceitando a sugestão de Weymouth, enviara um expresso a Madrid, propondo a solução das disputas da fronteira num congresso internacional em Paris.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, reiterando a sua denúncia da política pérfida de Espanha, conforme alegou na sua carta de 21 de setembro, e afirmando ter ficado espantado de que os nossos grandes aliados e fiadores concordassem com os espanhóis para nos induzir a entregar-lhes o que nunca lhes pertenceu, mas sempre foi nosso, e que os espanhóis pretendiam conquistar todo o Brasil; e denunciando os jornais ingleses e holandeses por publicarem reportagens tendenciosas, alegando que Espanha tinha inclinações pacifistas mas que Portugal se preparava para a guerra; e afirmando ter preparada uma resposta para esta calúnia, mas que o seu estado de saúde não lhe permitia enviá-la no próprio dia.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, reiterando os argumentos portugueses e a expectativa de que os britânicos os apoiem.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa, enviado de Portugal no Reino Unido, expondo longamente os argumentos que este deveria usar para convencer o governo britânico da má-fé de Grimaldi e dos seus intentos agressivos.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa, enviado de Portugal no Reino Unido, referindo a expectativa portuguesa de que Inglaterra apoiasse Portugal no conflito com Espanha sobre o sul do Brasil, sob os termos dos tratados anteriores e da aliança anglo-portuguesa.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a monsenhor de Montigny, informando sobre o novo regulamento de devolução ou confisco de produtos de lã proibidos.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, acusando a receção da sua carta de 27 de agosto sobre o edito contra os rebeldes americanos.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, afirmando não poder dar uma resposta categórica à sua carta, antes de receber de Pinto de Sousa os resultados das representações por este feitas ao visconde Weymouth.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, contendo um resumo demonstrativo das usurpações das fronteiras no sul do Brasil pelos espanhóis; e afirmando ser claro que a frota espanhola que estava agora mobilizada em Ferrol seria enviada para aquela região; e indicando que esperava e contava com o apoio naval britânico contra essa agressão descarada.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, dando permissão a Charles Campbell para deixar o Brasil, ainda que tal não fosse normalmente consentido.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, enviando cópias da correspondência oficial mais recente relativa à resolução dos litígios luso-espanhóis e indicando que se Walpole necessitasse de mais esclarecimentos, ele os enviaria no próprio dia ou no seguinte.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, enviando extratos das últimas notícias do Rio de Janeiro sobre o início das hostilidades na América do Sul, e assegurando que o vice-rei, marquês do Lavradio, deu ordens para cessar os confrontos, tendo sido informadas as cortes francesa e britânica.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, enviando junto a resposta mais categórica e convincente às acusações infundadas da Feitoria no Porto contra a Companhia do Vinho do Alto Douro, acompanhada por documentação.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, exigindo que Hey soltasse o navio americano George, que não tinha o direito de apreender em águas territoriais portuguesas, e afirmando que o destino do navio seria decidido nos tribunais portugueses.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, indicando ter recebido informação do governador de Bissau de que este prendeu Agnew e apreendeu a sua chalupa por acreditar que este era um corsário americano disfarçado de oficial da Marinha britânica; e explicando que agora que a identidade de Agnew era conhecida, tinham sido enviadas ordens ao dito governador para libertar a referida embarcação com todo o seu armamento e para pedir desculpa pelo mal-entendido.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando não haver comércio oficial luso-brasileiro com os holandeses na África Ocidental e que era estritamente proibido por lei, havendo apenas comércio clandestino, envolvendo a troca de escravos africanos por tabaco e ouro brasileiros; e afirmando que os holandeses de Elmina tinham interferido arbitrariamente nisto, mas que os portugueses estavam a tomar contra-medidas.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando não poder dar-lhe uma audiência até que a saúde do rei melhorasse.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando não poder dar-lhe uma resposta categórica sobre a unidade, até ter recebido toda a informação das ilhas de Cabo Verde.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que esperava discutir brevemente com ele as últimas notícias de Madrid, onde Grantham tivera uma longa entrevista com Grimaldi.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que foram dadas ordens para a libertação imediata de Neptuno, da sua carga e capitão.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que gostaria de vê-lo no dia seguinte, pelas 18 horas, na Ajuda.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que o enviado imperial, Lebzeltern, considerava Bolts súbdito imperial, sujeito ao favor e proteção portuguesas; e indicando que procurava descobrir a verdade, mas que ordenara que o navio não pudesse exportar tabaco brasileiro, ou outra carga, para as Índias Orientais.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que o rei D. José ficara muito surpreso e muito indignado com a insolente resolução do congresso de dia 15 de maio e ordenara a publicação do edito, cuja cópia enviava anexada.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que o segredo fora quebrado, para que pudessem encontrar-se abertamente, às 16 horas, do dia seguinte.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que, conforme solicitado, obtivera ordens rigorosas do rei para que a criança desaparecida, John Bilton, fosse localizada e devolvida à mãe imediatamente.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando que, devido à doença do rei, assumira a responsabilidade de ordenar a libertação imediata do capitão Agnew, reservando a resolução do caso até que recebesse informação detalhada sobre o que acontecera em Bissau.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, informando sobre o modo secreto com que irá mandar buscar papéis a casa de José Leite.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, justificando as ações portuguesas na América do Sul como puramente defensivas, em resposta à carta de Weymouth de 16 de abril; e afirmando que os portugueses não maltrataram os seus prisioneiros de guerra, mas, pelo contrário, trataram-nos muito bem.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, pedindo que a partida do paquete fosse adiada até os seus despachos estarem prontos.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, refutando as alegações presentes no despacho de Weymouth de 16 de julho e pondo um ponto final no caso português.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, remetendo uma memória, em resposta às cartas de Walpole de 10.12.1776, de 07.01.1777 e de 29.01.1777.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, respondendo com argumentos prolixos às suas cartas de dia 11 e 17; impugnando a boa-fé espanhola e justificando a procrastinação portuguesa.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, respondendo evasivamente a duas cartas suas que exigiam a libertação de Agnew.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, respondendo evasivamente sobre o caso Buller & Coy.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, responsabilizando os espanhóis pelo início das hostilidades.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a Robert Walpole, uma vez que os despachos para Madrid ainda não estavam prontos, propunha adiar a partida dos correios até ao dia 14, se Walpole concordasse.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal a W. H. Lyttleton, confirmando a receção da carta de dia 2 e expressando os seus sentimentos pela doença e perda recente de Lyttleton, garantindo profunda simpatia e amizade; e afirmando que o caso de Connel estava sob consideração ao mais alto nível, e que ele o informaria do resultado no devido tempo, mas que, entretanto, não deveria aceitar como rigorosas as "notícias que vêm de longe".
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal ao conde de Rochford, recapitulando os argumentos portugueses acerca da agressão espanhola no sul do Brasil.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal ao embaixador em Madrid, negando que os portugueses fossem os agressores na América do Sul, e afirmando que o marquês de Lavraio estava a implementar as ordens que recebera para restaurar a situação antes vigente.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal ao governador da Madeira, ordenando que entreguasse os criminosos ingleses presos ao cônsul britânico, a fim de que fossem deportados para Inglaterra pela fragata cujo capitão era o portador deste escrito.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal ao visconde Weymouth, informando que a doença do rei e a sua, e os feriados recentes o tinham impedido de responder aos despachos de Walpole, pelo que pedia que a partida do paquete fosse adiada até dia 12, até ao qual esperava conseguir responder às representações de Walpole e de Weymouth.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal para o marechal de campo do arsenal real proibindo a exportação de pólvora.
Manuscrito
Carta do marquês de Pombal para o superintendente da Casa da Índia, proibindo a exportação de pólvora para a América britânica.