Carta do marquês de Pombal a Luís Pinto de Sousa Coutinho, afirmado que as últimas cartas de Walpole, de 11 e 17 de setembro, haviam causado grande alarme e espanto na corte portuguesa; que era inconcebível que os ministros britânicos fossem quem se encarregava de nos propor as pretensões violentas, iníquas e leoninas, feitas de sofismas e imputações claramente contraditórias com as ações conhecidas e públicas do ministro espanhol, usando para tal das palavras do leão ao cordeiro na fábula; e que era irracional supor que a professada amizade espanhola pela Grã-Bretanha pudesse ser sincera, tal como um cristão supor compatibilidade entre o Evangelho e o Alcorão; e que esperava que lord Weymouth se desse conta disto em breve.