Alvará por que o rei D. José, deferindo ao requerimento do procurador da sua Coroa, há por bem acrescentar o seu soberano e régio testemunho às atenções com que o conde de Oeiras e D. Luís da Cunha, secretários e ministros de Estado e do despacho do gabinete do rei, autenticaram o descobrimento e identidade de cinco profissões do quarto voto de outros tantos regulares da companhia denominada de Jesus, mandando que de tudo se passe carta na forma declarada.
Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Congregação dos Cónegos Seculares de São João Evangelista, convento de São Bento de Xabregas, mç. 16. [convento de São João Evangelista de Xabregas]
Documento conservado numa espécie de capilha ou submaço com a indicação "N.º 5", "Porfiçam dos Jezuitas", acompanhado pela atestação de 30.07.1762, pela carta que o rei D. José houve por bem mandar passar, de 04.05.1765, pela lei de 06.05.1765 e pela carta do conde de Oeiras para o reitor geral dos Cónegos Seculares de São João Evangelista, de 20.05.1768. (Em rigor, não é certo o contributo de Sebastião José para este documento.)