Ao grande ministro do Rei Fidelíssimo Nosso Senhor, sábio, animoso, incansável zelador da felicidade pública, a quem deve Portugal, o que ele à sabedoria, e à virtude, glória e prosperidade, a cujo arbítrio está a fortuna da républica, como ele ao da razão e inteireza, por quem floresce o estado, e se acredita a monarquia nas letras, no comércio, nas manufacturas, na milícia, na agricultura, na política, na religião, na utilidade e na fama, o ilustríssimo e excellentissimo Senhor Marquês de Pombal etc., por D. António Lobato de Araújo Costa.