É certamente a parte restante da obra "Compendio apologético dos horrorosos factos e abusos dos falsos profetas e fingidos apóstolos que disseram ser da Companhia de Jesus", indicada no fundo do Conde da Barca
Trata-se de uma obra aparentemente copiada de uma obra impressa, de 97 capítulos, à qual faltam os quatro capítulos iniciais e mais alguns a meio. Contém quase 200 páginas só com notas de rodapé de citações de obras. Terá sido feita entre 1775 e 1777, pois há referências a cartas de 1775 e D. José I é descrito como o soberano reinante. A obra, de autor não identificado, é uma crítica feroz dos Jesuítas desde o seu estabelecimento em Portugal.